sábado, 14 de setembro de 2013

Sem fim

[por Soriedem R. Belga Mota]


Talvez tenha sido esse restinho de doença recém (e mal) curada, 
de garganta arranhando e essa velha dor nas costas a me revisitar. 
Talvez seja culpa também desse clima preguiçoso, de sol escondido
junto ao gosto de pequenas expectativas frustradas.
A overdose de Jazz não foi boa ideia. 
Sei lá.
O caso é que hoje a tristeza apertou; a garganta além de arranhar 
se fez em nó e as lembranças que a contragosto se abancaram foram
as dos tantos adeus dados antes da hora.
Ahh... quando inventarão um remédio pra saudade?